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"A Fé é uma posse antecipada, do que se espera,
um meio de demonstrar as realidades que não se vêem. 

 Padre Alfredo Oelkers

Padre Alfredo, veio da Alemanha, para evangelizar no Brasil. Vivenciou de perto o Comunismo, (nazismo), por isto o combatia, não na evangelização em suas homilias, mas diante da classe eclesial, como mostraremos.

A história de sua vida, em Lídice, narraremos por testemunhas, e  depoimentos das pessoas que o conheceram, ou de, filhos, netos, e até bisnetos destas pessoas. Fatos narrados de geração em geração.

Não conseguimos junto da Paróquia de Lídice, dados a respeito do período do Padre na Paróquia Santo Antônio de Lídice.

Sua chegada em Lídice

Chegou em Lídice, RJ, pela providência Divina, pois fora mandado para Passa Três, RJ, era o único caminho Rio-Angra, passava por, lá. Ele dormiu e quando acordou estava em Lídice, RJ, era noite, perguntou a alguns como faria para retornar a Passa Três, pois iria ser pároco de lá. Foi informado de que não teria como. Então lhe indicaram um lugar para se hospedar. A casa do senhor José Barão e sua esposa dona Cecília.

Foi muito bem recebido por esta família, jantou, conversou e ficou sabendo que em Lídice, também estava sem Padre. Não sei se movido pela recepção calorosa do casal, ou pela excelente comida de dona Cecília, o Padre Alfredo, resolve pedi permissão para permanecer em Lídice. Assim permitido, aqui se estabeleceu como Pároco. Ficando em Lídice por aproximadamente 26 anos. Foi o maior evangelizador que Lídice já teve, homem justo, correto, zeloso com os sacramentos, severo, muito, como este que esta digitando, teve sua orelha puxadas por ele, ou sua mão apertada ao ponto de se ajoelhar, ou ainda recebeu um cascudo ( pancada na cabeça de alguém com os nós dos dedos). Mas nada que nos deixassem com traumas, muito pelo contrário, a maioria das criança que foram repreendidas por eles, recordam com saudades destes tempo. Hoje tais correções, ou brincadeira seria impossível de serem feita, pelos direitos das crianças. Mas as crianças que receberam estes tratamentos, não tiveram seus direitos, mas se tornaram homens e mulheres direitos, honestos, que continuam até hoje frequentando a Santa Igreja Católica.

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